

Violência no âmbito escolar
Violência na escola é a grande preocupação de pais em relação a seus filhos e ao ensino. Não são poucos os motivos. Entre eles está a quase que total ausência, por parte dos educadores, no coração, na alma, na psique, na mente de seus jovens e imaturos alunos, sempre ávidos de mesnagens mais condizentes com a primeira luz de suas vidas.
A educação nem do lar. Sim, a boa e a má, o que significa que nem todos os pais têm condições culturais, sociais e econômicas para bem conduzir os seus jovens filhos. Pior, não é raro o ambiente do lar ser desfavorável. Em contrapartida, todos os professores são capazes, formados que são não só para ensinar, mas, também, para formar e educar. Ao longo de seus cursos participam de conferências e estudam pedagogia, psicologia, psicologia da eduação, lógica, socialogia, filosofia.
Conformação inerente ao que se propuseram, os professores têm, diante de si, diariamente, jovem ansiosos de saber além do que, de acadêmica, possam mestres lhes transmitir. Mas não. O professor, no mais das vezes, se restringem a um convencionalismo estreito, ao que o jovem enfrenta impassível, obrigando-o a ser "diferente", se é possível falarmos assim, já que nada se lhe acrescentam para mas e melhor humanizá-lo, tornando-o benévolo, afável, tratável; jovem de hábitos sociais polidos; bondoso, humanitário; capaz de melhor entender e valorizar os próprios pais; capaz d entender os seus vizinhos, amigos e colegas para, assim, interagir respeitando-lhes os seus moddos de ser; entender e reconhecer o quanto os seus professores o ensinam para o presente, aperfeiçoando-o para o futuro. Como consequência imediata, o aluno ganharia mais confiança em si, mais e melhor se identificaria com o professor.
O professor precisa aperfeiçoar o jeito de interagir com os jovens. Dissabores serão evitados. Haverá mais consideração e respeito entre os alunos, entre estes e os professores. A partir daí, novos e maravilhosos cidadãos.
O contrário não pode continuar: a inposição do ensino pelo ensino, e nada mais. E o jovem passando sem compromisso com a ética, sem compromisso algum com ele mesmo.
O relacionamento entre professores e alunos nunca foi fácil, ou pela violência daqueles em épocas medievais; ou pela violência de alunos, atualmente.
Hoje, há que protegem uns e outros. Encontrou-se o equilíbrio. Mas os professores devem ser mais decididos e ousados para se fazerem valer.
Alunos maiores de dezoito anos e menores devem saber e se conscientizar de que, em suas escolas são atendidos em suas necessidades de saber por funcionários, públicos ou não, que ali se encontram no pleno exercício de suas funções; que devem ser respetados da mesma forma que os alunos respeitam o seus patrões, o padeiro, o lojista, o sapateiro, o feirante, o jornalista, o vizinho. Saber que o desrespeito ao professor não significa coragem.
Cidadãos trabalhadores na plenitude de seus direitos e conscientes de suas obrigações não devem ir tristes e constrangidos para o trabalho.
Saber o que reza a cosntituição na que concerne a direitos e deveres do cidadão; saber em que ocasiões podem o Código Penal ser aplicado é importante para o presente e futuro de jovens. Eles devem crescer culturalmente com esse saber e entendimento.
E o Estatudo da Criança e do Adolescente? Só protege ou, também, contém deveres e obrigações?
Naqueles e neste caso, só o saber será capaz de conscientizar e prevenir.
O ser humano não é previsível. E nós devemos não apenas aprender, mas, também, ensinar a lidar com o imprevisto, o inesperado e as incertezas.
O aluno não pode permitir que a sua mente se desorganize a ponto de achar que a escola é o campo apropriado para se proteger mediante atos anti-sociais e violência que chega ao extremo de agredir o pofesssor, a professora.
Ao primeiro sinal de ato anti-social ou violência, o aluno deverá ser chamado a se explicar perante a justiça. Não é exagero. Exagero é a violência gratuita e sem remédio .
Tempos de palmatória e violência de acordo com leis são de passado que já vai longe. São de passado remoto.
São novos os tempos. Os professores, equilibrados e sensatos como sempre, devem ser mais ousados na busca de tranquilidade para o exercício de suas funções. Maior de idade é maior de idade não só fora da escola, mas, também, dentro da escola.
Floriano Peixoto Frisene
